Segue o Som

Por Vanessa da Mata

Antes desse disco, eu vim de um final de “Bicicletas, bolos e outras alegrias” e de um convite inesperado, mas rapidamente aceito, do Sesc Pinheiros para interpretar “Luiz Gonzaga”. A experiência de entrar em outras intimidades como a de Gonzaga, linda, rica musicalmente e cheia de crônicas de uma época pouco registrada, me fez querer de qualquer maneira deixar por um tempo relativamente pequeno o meu quadrado e conhecer outros compositores. Sendo assim, fui pedida em casamento por Tom Jobim em seguida e não pude rejeitar, já que ele era sedutor ao extremo. Essa relação me fez muito feliz enquanto durou. Mas, antes mesmo de Tom chegar em minha vida, quando eu disse ao Kassin e Liminha que achava não ter boas canções e que gostaria de cantar outras histórias, Kassin quis ver as pequenas ideias melódicas que eu tinha. Dito e feito, o meu medo se tornou realidade. Ele não só gostou das composições, como me convenceu de que tínhamos um ótimo potencial para um disco. Kassin sempre tem bons argumentos e é uma pessoa persuasiva. Raro para homens.

Liminha terminou de dar a paulada final na ideia do disco depois de ouvir os meus rabiscos que Kassin mostrou. Dois produtores fortes, que respeito muito e que têm a ver com minha vida musical desde o início. Nada mais me fazia mudar de ideia, só mesmo Tom. Lá fui eu terminar dia e noite as canções que não achava ter. Fiz outras, como “Toda a humanidade veio de uma mulher”, “Homem invisível no mundo invisível”, “Rebola nega”, “Desejos e medos”… a maioria acabei desenvolvendo para entrarmos no estúdio dias depois. Foi uma ótima pressão, digo isso porque me desenvolvo bem com ela.

A começar pelos produtores musicais que escolhi para fazer comigo esse disco, não poderia dizer apenas termos técnicos, nem ternos agradecimentos. Afinal de contas, antes de tudo, para as pessoas sensíveis, cuja musica é parte básica e essencial da vida, devo dizer que esses caras fazem parte da história sensorial-musical brasileira. Para a nossa sorte que trabalhamos com isso, da imprensa e de milhões de brasileiros cuja música faz parte do essencial da vida, isso quer dizer muito. Os comandantes de longa (Liminha) ou mais recente (Kassin) data trouxeram para o estúdio gravações que foram experimentadas, swingadas e degustadas por nós, especialmente por mim. Afinal de contas, apesar de ter começado o disco há um ano e pouco, fui ouvi-lo novamente e quase tudo era novo. O que não era, fizemos ser. Substituímos músicas, rearranjamos superfícies, bases, mudei letras, compusemos uma parceria deliciosa para comemorar e finalizar esse caminho e soltar pelos quatro cantos seguindo uma confiança de que, para mim, esse é o meu melhor disco de carreira. Digo isso por muitos motivos, inclusive pelo tempo que tivemos para sanar a falta que poderia existir no disco.

Se repararem bem nos nomes e nas atividades históricas desses homens, teremos uma memória musical longa de um encontro de pelo menos três gerações de músicos, arranjadores e produtores em atividade de discos históricos ou se desenvolvendo como produtores – caso de Fernando Catatau, Marcelo Jeneci e Stephane San Juan.

A música torna-se real pela sua composição, mas o talento dos músicos é o que faz uma canção saltar. Como compositora, eu sempre soube disso. Como cantora e ouvinte, também tenho muito a ganhar por me cercar deles. Faço questão, sempre fiz. Não se tem bons acompanhantes na canoa ou no leme, como disse Gilberto Gil, ou na canção, se eles não sentem bem os movimentos ou não sabem fazer as curvas necessárias para acessar, transbordar sensações, surpreender e até criar novos caminhos. É o caso da única canção não autoral desse disco, “Sunshine” – uma canção simples, folk americana, da qual me lembro de tê-la ouvido em uma voz doce, sem exageros, sincera e que guardei em algum momento da minha infância. Linda versão, por sinal. Todas as vezes que eu a ouvia, eu sorria. E isso é que era necessário para achar com esses artistas, um arranjo grandioso que a catapultasse para outro estilo e emoção. Kassin me trouxe tecnologia para desdobrar a voz com um pedal que eu não conhecia, e Liminha mudou acordes em um momento em que a canção não mais parecia se desenvolver como precisava. Os tais caminhos novos diferentes da versão original de John Denver.

Faixa a faixa
Começando pelas minhas composições:
“Toda a humanidade veio de uma mulher”
Vanessa da Mata – voz e vocais
Kassin – baixo
Liminha – guitarra
Lincoln Olivetti – piano Rhodes
Marlon Sette – trombone
Stephane San Juan – bateria e percussão
A letra fala basicamente do nosso tempo, do medo e timidez masculina em uma época onde a masculinidade é companheirismo e não dependência, e onde a virilidade precisa achar outros caminhos onde a mulher tem a atitude. Mulher independente, homem em crise de “ausência”, que é o que chamo. No momento que nossa geração vive conceitos novos e ainda precisamos nos achar dentro de novos sistemas, onde a mulher muitas vezes é a sedutora do começo ao fim, onde ela não espera, onde ela propõe as cantadas e as propostas finais, desde o olhar até as últimas cartadas. Queria um reggae, gostei muito de cantar reggaes nos últimos tempos. “Vermelho” e “Ilegais” foram muito felizes comigo, me trouxeram força no palco e não me cansaram delas. A primeira impressão que tive sobre esse reggae foi de uma ideia respectiva a de “The Police” abrasileirado, das primeiras gravações deles. Ela é intensa, os meninos arrasam nas guitarras, baixo, bateria e gosto dos meus vocais também que acompanham e aumentam a harmonia nas curvas. A finalização é uma delícia.

“Segue o som”
Vanessa da Mata – voz e vocais
Kassin – guitarra e teclados
Liminha – baixo e guitarra
Fernando Catatau – guitarra
Lincoln Olivetti – piano Rhodes
Stephane San Juan – bateria e percussão
Canção-título do disco. Acho que essa canção tem os passos gostosos e pequenos que ela sugere. Na letra, uma pessoa amiga retira outra de uma situação presente e delicada, um drama, chamando-a para dançar e suavizar o drama. E por que não dançar nos passos pequenos um conselho musicado, ainda mais hoje em dia, que estamos cada vez mais longe da intimidade dos amigos? Aliás, amigos, hoje em dia, veem conselhos ou visitas muitas vezes como intromissão. Sinais de tempos modernos, isolados, onde o telefone é mais usado do que o tato já há algum tempo. Isso com certeza muda a relação de intimidade entre as pessoas, tornado-as superficiais. Então o conselho visto como intromissão é um segundo sintoma. Catatau intervém no arranjo desde o início com suas notas melodiosas e de desenhos animadíssimos, cortantes.

“Não sei dizer adeus”
Vanessa da Mata – voz e vocais
Kassin – guitarra
Liminha – baixo
Marcelo Jeneci – teclados
Stephane San Juan – bateria e percussão
Era uma balada e se deu melhor no arranjo de rock. É preciso força para amar ou escolher não amar em um espaço onde todos têm as possibilidades de ir embora. De alguma forma, a memória não diz e não deixa ir. Um rock com o baixo inclinado e mais casado com tudo, impossível. Guitarras de Kassin são um charme e me lembram Mutantes, bandas mais experimentais, efeito nas vozes feito pelos pluguins de Mario Caldato e a forma como tocam Marcelo Jeneci e Stephane fazem um rock forte e suave de alguma maneira, do jeito que eu gosto. Uma espécie de carnaval delirante terminando essa canção faz com que ela tenha uma complementação da letra até o fim.

“Ninguém é igual a ninguém – desilusão”
Vanessa da Mata – voz e vocais
Kassin – baixo
Liminha – violão
Stephane San Juan – bateria
Marcelo Jeneci – teclados
RodrigoTavares – teclados
Apenas pelo nome já se pode explicar a canção. Ninguém é igual a ninguém. A decepção e a desilusão também não são porque esperamos que a correspondência com o outro seja exatamente como nós reagiríamos no caráter, nas respostas ou no final… O consumismo cada vez mais nos joga diante do que é vazio, sem valor e fútil. O fast-food, jatos de alívio, o gozo ou completamente descartável, sem consideração por quem espera mais um encontro. O ser humano de hoje pouco se importa com a profundidade. O baixo do Liminha é escandaloso, Mário Caldato soube aproveitá-lo, os teclados de Jeneci saltam em minha frente como em planos em 3D, cada timbre mais aproveitado e diferente que o outro, feitos de maneira ótima também por Mário.

“O homem invisível no mundo invisível”-
Vanessa da Mata – voz e vocais
Kassin – guitarra
Liminha – baixo
Stephane San Juan – bateria
Alex Meireles – teclados
Essa música foi composta com a frase melódica, logo na introdução impactante, que muitas vezes me lembra a banda inglesa Gorillaz. Depois entra em um reggae raiz, com Stephane San Juan mandando muito bem nos teclados.
Tenho sentido tensões cada vez piores entre narcotráfico, guerras, polícia, religiões fanáticas e preconceituosas e superficialidades humanas também sintomáticas do isolamento e do vazio solitário no qual estamos nos enfiando cada vez mais. As angústias no rosto das pessoas, a corrida maluca do dinheiro para comprar o mais novo do mais tecnológico que cada vez nos pega pelo bolso e pela atualização. A falta de paciência e a cegueira com os necessitados, os esportes comandados por assustadores e agressivos também fanáticos. Falo do invisível, da física quântica resumidamente nessa canção, do quanto a voz que é invisível nos toca e nos atira muitas vezes mais coisas do que se nos fizessem fisicamente. Pois, se a voz é invisível e nos toca, quanto fica na conta do invisível que nos influencia?

“Homem preto”
Vanessa da Mata – voz e vocais
Kassin – guitarra e Lap Steel
Liminha – baixo
Stephane San Juan – bateria e percussão

Cresci vendo meu avô de cor preta com o pé no pedal da máquina de costura ou com os dedos sujos de giz depois de riscar no molde um traço firme e cortar impecavelmente os ternos que estavam na fila para homens importantes das redondezas. Meu avô preto, minha avó branca e de olhos esverdeados, ambos falecidos. Um amor que precisou enfrentar, naquela época, anos e anos de preconceito. Eu ficava imaginando os dois, como tinham se conhecido, a época no extremo interior da Bahia (de onde eles eram) e o caminho de três meses até o Mato Grosso, feito a cavalo, naquele tempo, para um lugar praticamente selvagem. Aí nasceu essa canção, que ganhou instrumentação e arranjos modernos. A letra diz do corte de um padrão de situações indesejáveis, para um novo e possível caminho de amor

“Por onde ando tenho você”
Vanessa da Mata – voz e vocais
Kassin – guitarra e sintetizadores
Liminha – baixo
Lincoln Olivetti – piano Rhodes, Synth e Wurlitzer
Marcelo Jeneci – Clavinet, Korg MS10 e Organ String 09
Stephane San Juan – bateria e percussão

Comecei a cantar essa melodia em casa, para os meus filhos, sem deixá-los perceber que era na verdade um teste para ela. Entendo essa música como uma referencia não muito brasileira. Engraçado que Mauricio Pacheco a ouviu pela primeira vez e achou que ela se parecia nos riffs onde as guitarras e a melodia fazem um caminho ritualístico, repetitivo, curto e direto. Ele disse: “Isso se parece com ‘Lost in the supermarket’, do The Clash”. As crianças e a melodia estiveram juntas por muito tempo na minha casa. Pelo bem da melodia, as crianças me deram um tempo e à música, essa ainda fresca na minha cabeça. Ao mesmo tempo em que o arranjo é rock universal, percebo que a letra fala também de mundo, mas ativa meu contato com o meu interior brasileiro e me lembra dos meus banhos no Rio Araguaia.

“My grand-mother told me”
Vanessa da Mata – voz e vocais
Kassin – guitarra e lap steel
Liminha – baixo Fender VI
Marcelo Jeneci – teclados
Marlon Sette – trombone
Márcio Arantes – coro
Stephane San Juan – bateria e percussão
Adoro esta música, gosto muito mesmo. Minha primeira em outra língua. Mostrei a alguns amigos, que imediatamente também sentiram apreço por ela. Singela, engraçada, poética. Como ficamos cheios e comovidos com acordes bregas quando estamos enlouquecidos em uma paixão. É um musical, é anos trinta tocado no contemporâneo, no cabaré e na volta destes estilos dramáticos simpatizados por tantas bandas mundiais e contemporâneas resgatando esse estilo. Não sei, acho que ela é uma mistura disso tudo e mais um pouco. O que posso dizer é que é bom prestar atenção na letra. É um camafeu, um laço nos cabelos, em meio ao trânsito atual de São Paulo, um romance sem causa, um apego ironizado pela própria vítima do tal tchubedubeedo. Uma alusão ao que a paixão causa em nós. Os poucos instrumentos usados na faixa viram uma orquestra com a experiência dos músicos e produtores.

“Desejos e medos”
Vanessa da Mata – voz e vocais
Kassin – guitarra e teclados
Liminha – baixo
Lincoln Olivetti – piano Rhodes e Synth
Marcelo Jeneci – Organ String 09, Clavinet e Korg MS10
Stephane San Juan – bateria e percussão
Muitas músicas surgem para mim com alguns instrumentos, ritmos e frases musicais entregues. Nessa, por exemplo, a linha do baixo veio antes da melodia principal. Me vi, certo momento, passando em detalhes essa linha para Liminha e caí na risada da minha petulância. Eu, que não toco nem periquito, passando a linha do baixo para um dos baixistas que mais admiro?! Aliás, esse disco foi uma covardia de baixistas.
Essa linha de baixo citada me lembra um caminho africano, cruzando do começo ao fim e fazendo o swing derramar em cima de todos nós. Claro, Liminha aprimorou a linha meio faltada que passei e trouxe o restante complementar melhorado. “Desejos e medos” sempre estão juntos. E se o desejo for maior, pior fica. Os labirintos são terríveis, as fantasias, as sensações, um horror. Quando tudo está explicado, vem o final e o encontro entre o desejo e o medo. Enquanto uma voz fala do medo, da intensidade e da vontade de fugir com o dia, do mental do acordar e apagar, a outra no agudo tem o coração e intercala, sobrepõe desejando, fazendo o contrário da voz mental, pedindo, entrando, querendo entender, portanto estar perto. No agudo, ela parece ser mais sedutora, feminina, condutora.

“Sunshine on my shoulders”
Vanessa da Mata – voz e vocais
Kassin – baixo Moog, teclados e Lap Steel
Liminha – guitarra
Stephane San Juan – bateria e percussão

“Rebola nêga”
Vanessa da Mata – voz e vocais
Kassin – baixo
Liminha – guitarra
Lincoln Olivetti – piano Rhodes
Marcelo Jeneci – Clavinet, Korg MS10 e Digitone
Stephane San Juan – bateria e percussão
Falo da violência que causa violência, da corrupção que retira a única oportunidade de ser maior, da educação que a vontade política não tem e nunca quis dar. A letra que acompanha a conduta cai não cai no sincopado do samba-jazz dado por Stephane – acompanhada fortemente por Lincoln Olivetti e Marcelo Jeneci – é uma delícia e parece contar aos olhos imaginativos e ouvidos a vida dura de andanças de uma mulher sozinha. Fiz essa música depois de ouvir minha manicure reclamar que foi a um hospital público em uma tentativa frustrada de cirurgia que ajudaria a evitar filhos que ela poderia criar. Pois ela já tinha um filho que com seu salário poderia educar e dar uma vida digna a partir de uma idade que a lei achava propícia para mulheres com pouca experiência poderem tomar decisões sobre não ter mais filhos. Mas a idade nesses casos quer dizer o que? Poder de decisão ou inadequação de filhos em uma família cuja demanda não corresponde nem com a educação negada, nem com a perspectiva de um bom trabalho, nem com os preservativos não usados, nem com a violência que a falta extrema traz e por aí vai. Da última vez que eu a vi, ela havia conseguido parar nos três filhos, diferente da irmã, que finalmente operou aos vinte e seis, mas com cinco filhos, e estava desempregada, pois precisava cuidar deles.
Kassin com guitarras distorcidas, que mal dão nota, e sim, barulho ao fundo, é muito bom. Jeneci apronta nos teclados e o básico do baixo também brinca bem nessa. Se ela rebola e se diverte mesmo na falta de tempo para respirar, no final eu também rebolo até o chão.

“Se o presente não tem você”
Vanessa da Mata – voz e vocais
Kassin – programação, teclados e guitarra
Liminha – guitarra e baixo
Marlon Sette – trombone
Money Mark – teclados
Uma mistura de ritmos. Às vezes, acho que é um carimbó, outras, um axé no começo, pelas batidas e atualizados na tecnologia de Kassin e no baixo de Lima. Uma delícia de ser dançado livre, mexendo e fazendo levantar todos os sentados. Já estamos no caminho do final do disco, e, ao contrário dos outros de minha autoria, esse termina com ritmos fortes, para cima.
Quando estávamos eu, Kassin e Liminha com Mario Caldato, enquanto eu comprava um coockie sem glúten para logo depois voltar para o estúdio, Kassin gravou a voz do começo me anunciando. “Va va va va Vanessa da Mata”. Tive uma crise de riso tão forte com a surpresa, que me sentei no chão do estúdio e não conseguia parar. Muito divertido, combinou.

“Um sorriso entre nós dois”
Vanessa da Mata – voz e vocais
Kassin – teclado e programações
Liminha – violão e baixo
Tinha acabado de chegar no estúdio e vi os dois produtores do disco numa brincadeira começada por Kassin em um pequeno teclado mais parecido com um brinquedo, iniciando um riff. Liminha começou a complementar nos violões e de repente foi crescendo ao ponto que ficou irresistível e a melodia me apareceu. Bastou para que essa parceria aparecesse de maneira fluida, simples, para deixar um sorriso no final de tudo. Liminha brinca cantando comigo a frase mântrica do final, como antes, nos primeiros discos. Kassin continua acrescentando as batidas da bateria eletrônica.

O disco “Segue o som” termina assim. E vamos seguindo.

 

LOCAL: Teatro Positivo – Grande Auditório

DATA:
16 de setembro de 2016

HORÁRIO: 20h15 (abertura da casa) / 21h15 (início)

DURAÇÃO: 1h40

CLASSIFICAÇÃO: 16 anos (menores apenas se acompanhados por pais ou responsáveis)

Para mais informações e compra de ingressos, clique aqui
MEIA-ENTRADA
*Consultar disponibilidade de ingressos em conformidade com as leis n° 12.852/2013 e 12.933/2013, e decreto nº 8.537 de 05 de outubro de 2015.

– Para estudantes de 1º, 2º e 3º grau incluindo Graduação, Pós-Graduação, Especialização, Mestrado, Doutorado e Pós-Doutorado mediante a carteira de estudante no ato da compra, com apresentação da Carteira de Identidade na entrada (portaria) do Teatro.
A carteira de estudante deverá estar rigorosamente dentro do prazo de validade, e acompanhada da Carteira de Identidade para comprovação de autenticidade do titular.

– Para pessoas acima dos 60 anos, mediante apresentação da Carteira de Identidade, expedida pelo órgão competente, no momento da compra do ingresso e na entrada (portaria) do Teatro.

– Para doadores de sangue com carteira comprobatória.

– Para professores do ensino público e privado mediante a carteira de identificação no ato da compra e apresentada juntamente com a Carteira de Identidade na entrada (portaria) do Teatro.

– Para pessoas com deficiência (PcD).

DESCONTOS ESPECIAIS
30% de desconto sobre o valor da inteira para Clube do Assinante Gazeta do Povo – até dois ingressos por beneficiado.
20% de desconto sobre o valor da inteira para Cartão Fidelidade Disk Ingressos – até dois ingressos por beneficiado.
Promoção 1+1 – na compra de um ingresso inteiro, você ganha mais um.
Atenção: todos os benefícios de desconto requerem comprovação na entrada do evento.
FORMA DE PAGAMENTO
Dinheiro
Cartão de Crédito
Cartão de Débito
VENDA
Os ingressos serão vendidos no Disk Ingressos, nos seguintes locais:
Loja Disk Ingressos Shopping Palladium
Horário: Segunda-Feira a Sexta-Feira: 11h às 23h
Sábado: 10h às 22h
Domingo: 14h às 20h
Quiosque Shopping Mueller
Horário: Segunda-Feira a sábado: 10h às 22h
Domingo: 14h às 20h
Quiosque Shopping Estação
Horário: Segunda-Feira a sábado: 10h às 22h
Domingo: 14h às 20h
Telefone Disk Ingressos:
(41) 3315-0808
Segunda-Feira a sábado: 8h às 21h
Domingo: 9h às 18h
Bilheteria TEATRO POSITIVO – GRANDE AUDITÓRIO
Segunda-feira a sexta-feira: 11h às 15h e 16h às 20h
Sábado: 17h às 21h
Dia do espetáculo (quando não houver expediente): a bilheteria abrirá duas horas antes do espetáculo
Telefone: (41) 3317-3107
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